PATRICIA conheci em lugar mais nobre, bairro mais nobre, situação melhor, e mais cara. Pernambucana de 1.50 que parecia ter 1.80 com salto, me encantei com o jeito e me sorriu quando cumprimentou na entrada do lugar, bem arrumada. as moças ficavam no harém, reservadas, e o cliente tinha a disposição enquanto não decidia, whisky, bebidas e televisão com Datena, tudo na recepção. E outros que chegavam. Impessoal, mas justo.
Acertei o preço com a dona da casa, que mandou chamar a moça que estava na salinha reservada. Veio, linda, quase da minha altura, com uma bolsa, recomendações e pedindo chave e camisinha. Subimos ao quarto. Logo depois, descemos, porque a casa era tão grande que tinha anexos geográficos que minha noção não entendeu. Devia ter sido o álcool.
Simpática, me perguntou se estava de folga, pois eram duas horas da tarde, no meio da semana. Respondi que só trabalhava de manhã, era professor, não tinha aula a tarde. Me deixou tão à vontade que não menti. Contou de si, que tentou fazer letras, mas desencanou e estava naquela vida. Perguntei de onde era, se era de São Paulo...ela, curiosa, queria saber como sabia. Respondi: sotaque, só não identifico de onde. Surpresa por achar que não tinha mais. Era lindo. Música diáfana da musa a frente.
Foi ao chuveiro e voltou só de calcinha. Melhor ainda...tinha várias tatuagens e um jeito carinhoso de tratar. Deitou na cama e me perguntou o "que vai ser?" e perguntei se podia chupá-la. Não se fez de rogada e salientou ser seguro...Estava inebriado.
Com a visão de sua vagina à frente, depilada, linda e pequena, passava a língua e sentia o néctar de seu corpo. Bronzeado, morena tropicana, da manga rosa madura, docinha...Disse que gozou. Me virou e começou a acariciar meu pau com a boca. Com todo cuidado, carinho. Sentou no meu encaixando a vagina já lubrificada sem camisinha e começou a devagar, mexer os quadris no meu colo, encostando o pescoço no meu, gemendo no meu ouvido. Devagar, passava as mãos em seus quadris, suas coxas e pernas,. sentindo cada segundo da deusa diáfana recifense, retirando toda a febre do rato do corpo, sentindo todinha a moça da praia de boa viagem, me sentindo na Pompéia grega com aquela deusa nordestina.
Sai. Em êxtase, imaginando sonhos grandes, doces e devaneios. Queria ter comido o cú, comentei.

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