terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

NÃO ME LEMBRO O NOME, mas não quer dizer que foi menos importante. talvez pelo lugar tenha tentado esquecer os motivos que lá foi, ou demonstrou o quão baixo fui numa escala de 0 a 10, talvez. Nessa talvez tenha sido 1 ou no máximo 2, pendendo para o negativo.
Não quero desmerecer a pessoa, mas foi na casa ao lado da que encontrei Karla, na Lapa. A fachada era igual, a diferença era o bordô intenso, naquelas casas tradicionais de meio lote em São Paulo, do período em que o bairro tinha cara de vila operária. Apertei a campainha umas duas horas da tarde e supostamente assustei um balzaquiano masculino que atendia a porta. Perguntei até se estava em atividade a casa. Ao entrar, notei a decadência do lugar. Talvez tenha sido o prostíbulo de alguém que estava agora meio zuado, sei lá, mas a casa era bem acabada e tinha em um canto do que seria a sala um bar que nada mais era que uma tábua com whisky barato em cima como prateleira e do outro dois sofás velhos que se encontravam uma gorda com vestido de enfermeira, maquiagem carregada e com seus já 40 anos, ou pelo menos aparentando. Me cumprimentou e me disse que o preço era de trinta reais, qualquer uma. Esperei. E nesse momento em que observava e julgava onde estava queria me levantar, mas vieram mais moças ou quase moças. Uma delas me chamou a atenção. Era nem negra nem morena, cabelo chapinha pintado de loiro e grandes olhos cobertos por óculos. Vestia um vestido menor que seu quadril grande, que salientava tanto o tamanho de suas nádegas como o diminuto tamanho de seus seios em contradição. Foi com ela que decidi subir, antes que fosse embora. 
Riu da minha predisposição em perguntar se "poderíamos subir", o que virou piada com as outras também. Não me importei. No quarto, um colchão sem lençol que denotava ser de espuma por também não ter forro, num quarto velho e com pintura descascada. Como a janela não abria, pediu que fôssemos para o outro quarto, já firmando o contrato enquanto trocávamos. Entrei no outro e aguardei e me senti menos a vontade.
Era sem luz, com a janela entreaberta para dar uma luminosidade, e ao invés de um colchão de espuma sem lençol, esse tinha um, roto e não sujo ao menos. Escutava-se do quintal a garoa fina que caía naquela tarde e algumas pessoas do lado de fora conversando um não sei o que, abafado pelos meus pensamentos quanto ao forro do quarto ter cupim e algumas aberturas no teto. O cheiro era um pouco mofado, mas não fedia.
Com minha musa de volta, com seu rosto angelical e corpo em cima da corpulência de seus quadris, me sorriu um sorriso pueril e sugeriu nos despirmos. Visto minha posição sem graça, despiu-se ficando sói de calcinha, à espera na "cama-box" ao que iria fazer. Me despi e juntei-me a ela, que começou a acariciar meu pau após colocar a camisinha e chupá-lo. Ficou de pernas abertas à minha espera e confesso que queria muito come-la. Sua vagina condizia com seu rosto em contraposição a suas grande nádegas. 
Penetrá-la foi doce. Senti a intumescência de sua vagina, que parte seria natural parte talvez da camisinha e sem olhar para seu rosto, virado para a janela aberta para não confrontar o meu, aproximei de seu pescoço e senti o cheiro adocicado de seu perfume. O que mais me espantou foi que nesse momento, ela começou a beijar meu pescoço, recém barbeado e  de banho, o que devolvi da mesma forma.
Pedi que ficasse de costas, e pude sentir suas nádegas macias e sua pele sedosa no meu colo; suas pernas eram lisas, diáfanas em contraste com seu rosto angelical. Penetrei puxando seus grande quadris contra meu corpo, enquanto a mesma rebolava ao encontro de meu gozo.
Gozei. Bem. Senti mesmo prazer naquela flor envolta do lixo. de volta a mecanicidade, retirou a camisinha de meu pênis e nos trocamos. Descemos, sem dar uma palavra, além de um beijo doce no rosto que recebi e um "obrigada", que me pôs as nuvens ao encontrar tanta delicadeza envolta a tanta podridão.
PATRICIA  conheci em lugar mais nobre, bairro mais nobre, situação melhor, e mais cara. Pernambucana de 1.50 que parecia ter 1.80 com salto, me encantei com o jeito e me sorriu quando cumprimentou na entrada do lugar, bem arrumada. as moças ficavam no harém, reservadas, e o cliente tinha a disposição enquanto não decidia, whisky, bebidas e televisão com Datena, tudo na recepção. E outros que chegavam. Impessoal, mas justo. 
Acertei o preço com a dona da casa, que mandou chamar a moça que estava na salinha reservada. Veio, linda, quase da minha altura, com uma bolsa, recomendações e pedindo chave e camisinha. Subimos ao quarto. Logo depois, descemos, porque a casa era tão grande que tinha anexos geográficos que minha noção não entendeu. Devia ter sido o álcool.
Simpática, me perguntou se estava de folga, pois eram duas horas da tarde, no meio da semana. Respondi que só trabalhava de manhã, era professor, não tinha aula a tarde. Me deixou tão à vontade que não menti. Contou de si, que tentou fazer letras, mas desencanou e estava naquela vida. Perguntei de onde era, se era de São Paulo...ela, curiosa, queria saber como sabia. Respondi: sotaque, só não identifico de onde. Surpresa por achar que não tinha mais. Era lindo. Música diáfana da musa a frente.
Foi ao chuveiro e voltou só de calcinha. Melhor ainda...tinha várias tatuagens e um jeito carinhoso de tratar. Deitou na cama e me perguntou o "que vai ser?" e perguntei se podia chupá-la. Não se fez de rogada e salientou ser seguro...Estava inebriado.
Com a visão de sua vagina à frente, depilada, linda e pequena, passava a língua e sentia o néctar de seu corpo. Bronzeado, morena tropicana, da manga rosa madura, docinha...Disse que gozou. Me virou e começou a acariciar meu pau com a boca. Com todo cuidado, carinho. Sentou no meu encaixando a vagina já lubrificada sem camisinha e começou a devagar, mexer os quadris no meu colo, encostando o pescoço no meu, gemendo no meu ouvido. Devagar, passava as mãos em seus quadris, suas coxas e pernas,. sentindo cada segundo da deusa diáfana recifense, retirando toda a febre do rato do corpo, sentindo todinha a moça da praia de boa viagem, me sentindo na Pompéia grega com aquela deusa nordestina.
Sai. Em êxtase, imaginando sonhos grandes, doces e devaneios. Queria ter comido o cú, comentei.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Peripécias do autor do blogg, escrito em 2006.

O seguinte texto foi publicado da forma que foi escrito com erros e sem correção ortográfica. Achei que iria ficar mais original. Ou uma merda mesmo.
Ola a todos

Explico, ou tento explicar o pq de não ter ido a festa no sabado....alias, só nao entrei em contato antes pq...vou explicar.
Estava eu, Alexandre, ou melhor Xandão, no descanso do meu lar tentando ressuscitar um computador morto por tempo de uso formatado, sem cd-rom, e poucas perspectivas de vida, quando me deparei com o problema de novamente instalar o windows. Eis que começou a saga.
Por não possuir o aparelho de cd-rom(aquele que vai o cd) emprestei de meu primo o aparelho dele para poder fazer a formatação e reinstalação dos programas. Bom, quando formatei, não deu pau nenhum...Só que quando estava terminando a instalação o dito cujo cd-rom parou. Não quis mais ler cd nenhum. A instalação que seria rápida e melhoraria* o desempenho do meu cpu acabou fodendo-lhe mais ainda.
Passado esse probleminha, tentei então outras formas de reinstalar o diabo dos programas no cpu. Retirei o HD (OU HARD DISK, onde são armazenados os dados do cpu) e coloquei-o em outro cpu (agora do meu irmão) para "jogar" para dentro do hd os arquivos que precisava e continuar a instalação. Só que ao retirar o hd do cpu, aconteceu outro pequeno imprevisto: a porcaria caiu no chão e desalinhou o canhão de laser interno que faz leitura (para rodar os programas), impossibilitando o mesmo de fazer "boot" (ou melhor, inicializar, aquela merdinha que aparece do windows, ou ainda antes dele, pois o meu windows é 98). Pois bem, camaradas, o que já estava ruim só piorou. Pois possuía finalmente os arquivos, mas o queridinho hd não queria colaborar iniciando o computador.
Cansado e puto por já ter estragado mais um aparelho(lembre-se: o cd-rom, zoou na minha mão, ou seja, fui eu que fiz alguma merda pra ele dar pau), tive mais uma brilhante idéia para voltar ao mundo da informática: criar um disco de "boot" no disquete para inicializar o sistema pelo DOS, digitando "C:\win98" para inicializar o sistema.
Imagino agora que o caro leitor, percebendo a minha pouca sorte, já sabe que deu merda de novo. E deu. Em minha residência havia um disquete que já tinha salvo com tal sistema, maaaas, por algum motivo obscuro ele não funcionou. Ou seja, lá fui eu novamente na casa do meu primo( aquele do cd-rom), gravar um disco de boot para inicializar meu cpu, pois o mesmo possui um cpu com o win98. Para minha sorte, o mesmo não estava com o drive de disquete disponível por não ter cabo de força para o drive de disquete(a fita que vai da placa central do cpu(conhecida como placa-mãe até o drive de disquete, aquele aparelhinho simpático que se enfia o disquete), fazendo com que eu e meu caríssimo primo tivéssemos mais uma brilhante idéia(agora com 4 cabeças!): colocar o floppy na cpu dele e o cabo de força, ligar o meu cpu(que tinha o maldito cabo) para simplesmente alimentar com energia elétrica o drive.
Complicado, eu sei. Não sei se ficou claro ao leitor que perde tempo com essa missiva de desculpa extensa, mas tentando explicar melhor, foi ligado DOIS COMPUTADORES para funcionar um drive de disquete, para fazer um disco de boot. Eu sei, demostra um certo desespero, mas precisava e queria mesmo consertar aquela porcaria.
É claro que vcs já devem saber o que aconteceu: acertou quem pensou em "merda". O computador do meu primo(como o meu) é antigo e cheio de problemas. Ao colocar o floppy na placa mãe, deu pau no cpu do meu primo, impossibilitando o mesmo de simplesmente ligar. O que era para facilitar, acabou se tornando um calvário, pois fiquei das 14:30 até as 18:00 hs para descobrir o que era, e o pior, não descobri, pois o mesmo depois de eu mexer tanto em tanta coisa, voltou magistralmente a funcionar, dando a excelente idéia ao primo de novamente tentar fazer a famigerada "gambiarra" acima descrita.
Rá! Pergunta se eu quis? De jeito nenhum! Para saberem o nível de minha raiva e desespero caros amigos, houve horas em que achei que a placa-mãe havia queimado, me onerando agora em um cpu quase completo ao meu primo, sendo que eu não tinha um(pois o meu não pode mais ser considerado um). Ou seja achei que fudeu.
Após esse processo, fiz então o que deveria ter feito antes, recorrido novamente ao meu irmão (aquele que me emprestou o cpu para colocar dentro o hd para jogar os arquivos pra dentro) para fazer o disco de boot. Não o fiz, mas meu irmão, com minhas instruções via fone fez, e levou a minha casa.
Aqui cabe um parêntese.

)

Pronto. HEHEHE! Brincadeira, só queria demonstrar o ar de graça que estou após tanta merda. O "parêntese" é sobre "o por quê raios (explicando a quem se perguntou), esse inergúmeno que vos escreve não fez isso antes. Explico. O ócio. Sim, camaradas, o ócio das férias. Como sabem não resido, temporariamente, por muito tempo em Campinas, e quando venho pra cá fico muito ocioso. Aliás, é por isso que tento me justificar tanto no por quê de não ter ido a festa, pois era uma oportunidade de saída do ócio. No momento em que meu primo e eu tivemos a idéia, ambos tentávamos sair do ócio, pois o dito está desempregado também, cuidando diariamente de seu rebento. Só pode ter sido isso para inundar a cabeça de tal ser humano de tanta bosta para fazer o que fez. E ainda não acabou.
Após conseguir o disquete com meu irmão, ansioso, fui testá-lo para fazer a idéia acima citada de inicializar o cpu pelo disquete.
Suspense, caro leitor? Acha que deu errado? Acertou, deu novamente "merda". O drive de disquete na minha casa não se comportu muito bem, talvez devido ao fato de eu ter retirado o mesmo e colocado em 2 cpus simultaneamente. Ou sei lá pq. Só sei que tentei de várias formas fazê-lo funcionar, invertendo a fita (ou floppy), o cabo de alimentação(Ou força) e nada. Relutante, o cpu lutava contra minha pessoa e só dizia "drive is not ready", (ou o drive não está pronto), indicando na minha opinião falha do drive e não do disquete. Que fiz eu após uma semana tentando fazê-lo funcionar?
Num ato de extremo desespero, misturado com raiva e grande ônus, fiz o que já sabia que não devia fazer: retirei o cabo de força do drive de disquete(o que vai no drive, pois saem vários cabos de força para várias coisas no cpu) com o computador ligado. Senhores, para meu júbilo e ao mesmo tempo desespero. o cabo começou a sair fumaça. Sim. Queimou. Saiu uma faísca e fedeu todo o quarto. Aquilo para mim foi ao mesmo tempo a vitória suprema e a derrota final, pois agora não tenho como dar boot antes de comprar ou um drive de disquete, um cd-rom, um hd, ou um outro computador que é muito mais fácil. (Só não mais barato). A vitória senti pois finalmente me vinguei daquela merda que me fez perder tanto tempo ocioso, e me deu dor de cabeça.
Queridos, isso tudo foi o motivo de não ter conseguido ler o e-mail da outra festa que teve na casa do famigerado Pequeno, ocorrido no sábado, dia aliás que finalmente saí do ócio e fui trabalhar num bico aí que me rendeu uma grana que não será investida em nada da informática. Digo que recebi o recado telefônico de meu amigo Pequeno e Gabriel, mas não foi possível avisar antes da festa que não ia por causa do trampo, pois eu já estava nele, sendo o mesmo a noite por ser o único horário em que os ônibus estavam na garagem da empresa em que fui trabalhar.
Em outrras palavras meus queridos, foi mal. Mesmo. de coração e de verdade. Espero revê-los em outra ocasião, em que minha sorte e meu ócio estejam em feliz harmonia. Espero Ter sido claro e estou aberto a maiores esclarecimentos

Obrigado pela paciência e atenção.
Beijo.
Xandão.

*p.s.: descobri ainda que não precisava nem ter formatado(após toda a merda acima), pois o arquvo que achei ser vírus, é um de sistema do windows que normalmente aparece em todas as pastas, como estava no computador.

quarta-feira, 1 de julho de 2009